quarta-feira, 21 de maio de 2014

PILOTO NOVATO DA F-1 ADMITE, FRIO NA BARRIGA EM MÔNACO

No calendário da Fórmula 1 desde a criação da categoria, em 1950, o GP de Mônaco sempre foi palco de grandes espetáculos da história do esporte. A etapa é ,sem dúvidas, uma das maiores experiências que um piloto pode ter no carreira. Dos 22 competidores do grid atual, apenas um deles nunca teve a chance de guiar nas ruas do principado. De fato, o jovem Daniil Kvyat, que disputa sua primeira temporada na F-1, pela STR, sequer disputou corridas em circuitos de rua. A única experiência do novato nas vias estreitas de Monte Carlo foi no simulador, na fábrica da escuderia italiana. 
- Mônaco será uma experiência completamente nova para mim. Além de nunca ter corrido aqui, nunca tinha vindo nem como turista. Mesmo tendo pilotado no simulador, será um passo no escuro. Para ser sincero, nunca pilotei em um circuito de rua, Estou muito ansioso pelo fim de semana, principalmente do ponto de vista do piloto, mas, também, para entender o que faz essa corrida tão especial para todos os fãs de esporte a motor – admitiu. 
Neste fim de semana, além de ter primeiro gostinho na luxuosa cidade francesa, o russo de 20 anos tentará apagar o fraco desempenho da última etapa, na Espanha, quando terminou em 14º, sua pior colocação desde o início da temporada. Apesar de este ser o seu primeiro Mundial, Kvyat tem o mesmo número do piloto com mais tempo de casa na equipe, o francês Jean-Eric Vergne, que abandonou três das cinco provas disputadas no ano. 
FONTE: GLOBOESPORTE.COM


VENEZUELA AMEAÇA RETIRAR O PATROCÍNIO DO PILOTO PASTOR MALDONADO

No início desta semana, o ministro dos esportes, da Venezuela, Antonio Alvarez, afirmou que, de acordo com a nova política do país, nenhum centavo a mais seria dado para a Fórmula 1, o que poderia afetar diretamente o futuro de Pastor Maldonado no esporte. Contudo, já em Mônaco para a sexta etapa da temporada, o piloto da Lotus afirmou que apesar das recentes declarações, não teme pela interrupção da sua carreira no esporte.
- Foi exatamente assim no ano passado, mas aqui estou. Quando algo muda na Venezuela, a imprensa sempre faz essa associação comigo, mas não é o ministro do esporte que me patrocina. O programa da companhia não está ligado ao programa do ministro, são coisas separadas. A petrolífera nunca se manifestou sobre a Fórmula 1. Foi algo dito pelo ministro e pronto. O ministro não apoia a Fórmula 1 – explicou. 
O piloto de 29 anos aproveitou para ressaltar que a petrolífera não é sua patrocinadora, mas da equipe, e que, mesmo assim, acredita que ele é bom o suficiente para se manter no esporte sem nenhum tipo de patrocínio pessoal.
- Creio que tenho tudo que preciso para estar aqui. Se olhar a minha carreira, verá que ganhei provas em todas as categorias, inclusive na Fórmula 1, diferentemente de vários pilotos do grid. Além disso, a PDVSA não é minha patrocinadora, mas da equipe. Eles deixaram de ser meus patrocinadores pessoais desde que venci o campeonato da GP2, mas ainda me seguem nas equipes em que corro. Temos um bom relacionamento, pois temos trabalhado juntos por mais de 10 anos. Por isso, não vejo motivo para pararmos agora. Contudo, se decidirem assim, não há anda que eu possa fazer – ressaltou.
Com ou sem patrocínio pessoal, Maldonado precisa urgentemente de resultados se quiser permanecer na Fórmula 1. Desde o começo da temporada, o piloto ainda não marcou um ponto sequer, mas abusou das trapalhadas, dando prejuízos à Lotus.